sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Não sei se posso chamar isto de felicidade, pois felicidade eu desconheço, mas sinto algo diferente por conseguir exteriorizar meu sofrimento nas páginas cinzas deste blog. Acho que a tristeza está mais intensa hoje, talvez como uma maldição eu consiga somente escrever quando a dor estiver profunda. Em dias assim eu me aprofundo em ansiedades e paranoias que me perturbam, provo de minha angustia o sangue amargo do cálice rubro da dor latente, e trago das profundezas de meu sofrimento, estas palavras simbolizando a desgraça de minha existência.

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